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terça-feira, 5 de abril de 2011

Cidadão paga mais devido aos terrenos irregulares no Jussara

                                                        Foto: Arquivo/Receita Municipal
               Mapa do Bairro Jussara, mostrando os terrenos e as construções irregulares.

Está cada vez mais difícil se deslocar em Imperatriz. O transporte público é precário, há uma dúvida quanto à regulamentação do táxi lotação e o mototáxi acaba sendo uma alternativa mais cara. No bairro Jussara, alguns terrenos estão situados irregularmente, onde deveriam passar três ruas: Pará, Iracema e Rui Barbosa. É direito da população de transitar com mais comodidade, e é comercialmente viável também, pois, sem essas vias, sobrecarrega-se a Piauí e a Ceará, alem tornar incomodo o trajeto para determinadas localidades.

De acordo com uma consulta feita no banco de dados na Receita Municipal, não consta em nenhum processo o nome dos titulares dos terrenos em questão, o que deixa a história ainda mais intrigante. Em partes destes terrenos, estão sendo construídos dois prédios, um comercial e outro para moradias. Ou seja, há uma apropriação de bens públicos e o uso dele para fins particulares e lucrativos.

A Rua Maranhão, há cinco anos, viveu uma situação semelhante. No caso, além de terrenos em locais errados, havia uma lagoa também, que foi motivo para a inexistência da via, afirma Dona Sônia, 37, moradora a quinze anos da Maranhão. Ela revela que o povo saiu em protesto pela causa. O falecido Governador Jackson Lago, na época, pavimentou o local e abriu a estrada. Além disso, houve uma demarcação de terras, e a maioria hoje está vendida.
O Centro de Convenções é mais um exemplo de construção feita inapropriadamente, pois a Rua Iracema, de acordo com o mapa atualizado da cidade, passaria pelo meio do complexo da ACII (Associação Comercial e Industrial de Imperatriz). Enfim, inúmeras são as irregularidades na execução do planejamento urbano de Imperatriz, e quem paga por isso é o cidadão, que gasta mais gasolina para se deslocar de um ponto a outro na cidade.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Dep. Reguffe dá exemplo de moral e caráter


Segue artigo na Veja que mostra o caso exemplar de um deputado federal que economiza o dinheiro público. Parabéns ao deputado Reguffe, caso algum dia ele venha a pleitear cargo mais elevado, deverá ser um formidável candidato.

Deputado diferente
Veja - 07/02/2011

José Antônio Reguffe, de 38 anos, foi o deputado federal mais bem votado do país em termos proporcionais. Escolhido por 266.465 eleitores, o equivalente a quase 19% dos que foram às umas no Distrito Federal, ele superou fenômenos televisivos, como Tiririca, e integrantes de clãs políticos tradicionais. No primeiro dia de trabalho, o parlamentar expediu seis ofícios à diretoria-geral da Câmara. Abriu mão do 14° e do 15° salários reduziu o número de assessores no gabinete, cortou gastos com salários de assessores e diminuiu sua verba de atividade parlamentar. Como morador de Brasília, naturalmente também abriu mão do auxílio-moradia e das passagens aéreas. As medidas resultarão em uma economia de 2,4 milhões de reais nos próximos quatro anos. Se elas fossem seguidas por todos os 513 deputados, a economia chegaria a 1,2 bilhão no mesmo período. Reguffe tomou medidas idênticas quando exerceu o mandato de deputado distrital em Brasília. Além de ter demonstrado que é possível um parlamentar trabalhar sem mordomias em excesso, o deputado brasiliense teve uma votação que prova como isso está em sintonia com o que pensa o eleitor.
QUINZE SALÂRIOS
O primeiro ofício que José Antônio Reguffe enviou à diretoria-geral da Câmara foi para pedir que não fossem depositados em sua conta os dois salários que os depurados recebem anualmente chamados de "ajuda de custo". Trata-se, na prática, de um 14° e um 15° salários, de 26723,13 reais cada um. Ao longo dos quatro anos de mandato, a medida levará a uma economia de 213785,04 reais para a Câmara.

"Esse foi um compromisso com meu eleitor. Não acho que seja correto que um deputado tenha direito a salários extras. Todo trabalhador recebe treze salários por ano. Portanto, nada mais lógico que um representante desse trabalhador também receba apenas treze salários por ano. É o justo."

COTA PARLAMENTAR

A Câmara criou uma cota para custear todos os gastos dos parlamentares com seu trabalho. Com valores que vão de 20030 a 34000 reais mensais, o dinheiro deveria ser usado para pagar despesas com passagens aéreas, selos, telefone, combustível, aluguel de carros e pagamento de consultorias. Como a fiscalização é muito frouxa, são frequentes os indícios de uso irregular. Reguffe pediu que sua cota fosse reduzida de 23030 reais para 4600 reais. Em quatro anos, a economia com a medida será de 884640 reais.


"Esse valor de 23030 reais é exorbitante, excessivo. O mandato parlamentar pode ser exercido com qualidade a um custo bem menor para os contribuintes. Pela minha experiência na Câmara Legislativa, acho que 4600 reais é um valor viável. É suficiente para manter o gabinete funcionando bem."

VERBA DE GABINETE E ASSESSORES

Os deputados têm direito a 60000 reais para contratar até 25 assessores para seus gabinetes. Reguffe estabeleceu junto à direção da Câmara que terá no máximo nove assessores e que não gastará mais que 48000 reais com os vencimentos, uma redução de 20% na verba. Só com os salários, a economia será de 624000 reais ao longo dos quatro anos. Mas ainda há o enxugamento de benefícios. Apenas com vale-alimentação dos dezesseis funcionários que não serão contratados, a Câmara economizará 514560 reais até 2014. "O número de assessores a que um parlamentar Tem direito é excessivo. Nós precisamos de bons Técnicos para exercer um mandato digno. Agora, 25 assessores. Se todo mundo vier trabalham; o gabinete não comporta nem a metade. É um gasto que parece servir como uma espécie de estatização de cabos eleitorais. Eu tenho um gabinete que vai me servir bem, que vai me dar amparo, sem precisar de tanta gente."

Direito de Resposta


Nexta sexta, dia 18, o Senador Cristão Buarque publicou em seu blog uma “Nota de Esclarecimento” (como o mesmo intitulou), em defesa própria, a respeito destas acusações.

“Jamais recebi qualquer recurso vindo do governador Arruda ou de empresários ligados a ele.”

Buarque afirma que, sobre as tais dividas relatadas por Arruda são questionáveis, uma vez que o senador prestou contas na época. E pra provar isso, ele já entrou com um pedido no TSE e no MP uma rigorosa auditoria sobre as contas, “para não pairar dúvidas”.

O ex-candidato a presidência em 2006, diz que:

“(...)A dívida que ficou de minha campanha foi de gratidão para com aqueles que tanto e tão competentemente se dedicaram àquela luta cívica de uma campanha com poucos recursos para despertar o Brasil para a importância de se fazer uma revolução pela Educação.”

Então, buscando sanar a necessidade de mudança nas diretrizes republicanas, principalmente no que tange à educação, que sempre foi o “carro-chefe” da campanha de Cristovam Buarque, o mesmo lançou propostas para que possa haver essa reforma.

“O Brasil precisa melhorar: eliminar a corrupção, melhorar o transporte público, distribuir melhor a renda e a qualidade de vida nas cidades, erradicar a pobreza, controlar a violência urbana e a disseminação de drogas, superar o atraso educacional, são alguns dos propósitos necessários para melhorar o País. As decisões para enfrentar ou não estes e outros problemas são tomadas pela atividade política. Como é feita hoje, a política tende a agravar e não resolver os problemas. Só com uma política melhor será possível fazer um Brasil melhor.
Por isto, a Reforma Política deve interessar a todos os brasileiros.  Mas na história do Brasil as reformas têm sido feitas sem motivar, interessar, nem despertar nossa população, por isto mesmo, elas são raras e incompletas.”

Neste trecho destaca-se os problemas frisados pelo Senador, e pela forma como ele aborda a temática, percebe-se que ele também está descrente da política, assim como fez o ex-governador de Brasília, no texto abaixo. E, Assim como eu disse no post do Arruda, Cristovam Buarque também propõe que repensemos o nosso modelo republicano, uma vez que a ação como é feita pelos políticos atuais, que querem tirar vantagem de tudo, só acentuam ainda mais os problemas.

Cristovam Buarque destaca em outro trecho o quão distante do povo os políticos estão, uma vez que, por exemplo, enquanto eles (pessoas públicas) desfrutam de sistemas hospitalares particulares, sendo estes bem equipados e com profissionais, no geral, competentes e experientes, à massa resta um sistema público degrado e por isso, muito limitado perante suas necessidades.

“Nossas reformas sociais têm sido feitas pelas elites dirigentes, nenhuma como resultado de rebelião de massas; e são, até por esta razão, feitas de forma incompleta, sem o necessário radicalismo para completá-las.”

Com tom socialista, neste trecho, o Senador convoca o povo para uma revolução, e acusa as antigas tentativas de reformas, de serem ações de grupos dirigentes e o resultado destas foram apenas para dar a impressão de algo mudou, ou seja, usando a antiga expressão, “para inglês ver”.

O senador faz um convite à massa para contribuir na reforma:

“É com este intuito de colaborar, neste momento, para fazermos uma Reforma Política Republicana, que submeto estas idéias ao debate público, por meio dos meios de comunicação que hoje são disponíveis: O site www.cristovam.org.br, o endereço geográfico  Senado Federal Anexo II Ala Teotônio Vilela, Gabinete 10, o Twitter: @sen_cristovam, o telefone  (61) 3303-2286, o fax 3303-2874, o email  cristovam@senador.gov.br, e facebook: Cristovam Buarque.
 Até este momento de nossa história era possível concentrar as falhas apenas nos dirigentes. Agora, com esses meios de comunicação e pressão, a responsabilidade cabe também a cada cidadão, cada um tem obrigação de participar”


Arruda contra-ataca


Nesta quinta-feira, 17, foi publicado no site da Revista Veja, uma entrevista do ex-governador de Brasília, José Arruda, que revela propina à Senadores e Deputados do DEM.

Na matéria, Arruda revela que muitos políticos do DEM que recorreram a ele nas necessidades, para financiamento de campanha, para propagandas políticas na TV e favores pessoais, o “esculhambaram” na TV, ao ser preso, por isso ele resolveu agora revelar mais detalhes de seus “pequenos favores” políticos

Arruda citou na reportagem o Senador Agripino, Senador Demóstenes Torres e o Deputado Ronaldo Caiado.

“(...)Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir 150 mil reais para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV) (...) O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas. O deputado Ronaldo Caiado (...) levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília.”

No texto, Arruda é questionado se o mesmo se considera corrupto. Ele responde dizendo que jogou o jogo da política brasileira”. O ex-governador também degenera a profissão política ao afirmar que “Ninguém se elege pela força de suas ideias, mas pelo tamanho do bolso. É preciso de muito dinheiro para aparecer bem no programa de TV. E as campanhas se reduziram a isso”. Infelizmente concordo com ele, pois é o que tenho observado nas ultimas campanhas. Contudo, é preciso pegar esse trecho e repensar a política brasileira. Precisamos voltar a nos enriquecer ideologicamente, começando por uma reforma partidária, já que com essa “salada” que temos, fica indistinguível “a olho nu” quem é esquerda e direita, devido as incongruências existentes e cada vez mais sólidas. Sobre isso, o exemplo mais atual da história do Maranhão, foi quando o ex-presidente Lula, maior representante do PT na época, pela figura e cargo que tem (ou tinha), apoiou explicitamente a campanha da atual governadora Roseana Sarney, enquanto o PT do Maranhão vetou o apoio, provocando uma disputa interna. O que é isso? Esqueceram o significado e a função de PARTIDO POLÍTICO?!

Outro ponto a se destacar da entrevista foi o trecho em Arruda discorre sobre o fato de que mesmo os mais honestos dos políticos já foram ajudados por ele. O ex-governador cita Marco Maciel e Cristovam Buarque.

“Ajudei dois dos políticos mais decentes que conheço. No final de 2009, fui convidado para um jantar na casa do senador Marco Maciel. Estávamos eu, o ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause e o Kassab. Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso 150 mil reais por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, 75 mil reais por mês. Alguém duvida da honestidade do Marco Maciel? Claro que não. Mas ele precisa se eleger. O senador Cristovam Buarque, do PDT, que eu conheço há décadas, um dos homens mais honestos do Brasil, saiu de sua campanha presidencial, em 2006, com dívidas enormes. Ele pediu e eu ajudei.”

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Nunca Antes - Uma viagem em 88 fotos pela era Lula (por Alan Marques)


Em visita ao Museu Nacional de Brasília, pude conferir uma valiosa exposição de fotos a respeito da Era Lula. Sensacional a abordagem crítica do autor, que através da fotografia deu direcionamento no seu discurso. Para quem quer curtir uma espécie de linha do tempo comentada e relembrar não os fatos, e sim os efeitos dos fatos no personagem Luis Inácio Lula da Silva eu recomendo. A minha intenção é dar oportunidade que mais pessoas vejam essa exposição, sem ir a Brasília, mas é claro que a qualidade não é a mesma. Confiram a seguir o trabalho do fotógrafo Alan Marques.


Além da Memória

A memória age como um
dardo certeiro no centro do 
alvo da consciência

Na memória há imagens que não se apagam, resistem às mudanças e ancoram no porto seguro das lembranças, que estão acima do bem e do mal. 

Assim essas imagens que suplantam a realidade e forma parte de nossa mítica cultura política. Imagens remanescentes de um passado próximo, que já estão no panteão de uma memória sedimentada, que reafirma o que mudou para melhor, aquilo adquirido como bem definitivo, que não se subtrai da história, do que correspondeu à expectativa da grande maioria brasileira, que almejou e conseguiu realizar o sonho no voto, por mundo melhor, com menos miséria, menores distâncias sociais, mais cidadania e menos desigualdades sociais, mais educação e cultura, mais empregos, mais produção e riquezas, menos crises, mais compaixão e mais amor pelo país, que hoje é um memorável exemplo transcontinental, por mostrar-se presente e atuante no mapas das democracias modernas.

As imagens deste ensaio traduzem-se num livro e numa exposição no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República e revelam algo que não se vê impresso, mas que brota à percepção por força da sinceridade que o fotógrafo Alan Marques singularmente trás a vista: uma inegável admiração pela persona e pelo estadista em foco e, por a sua compreensão e apreensão de um contraditório contexto sociopolítico brasileiro, protagonizado em oitos anos de mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, que promoveu
grandes mudanças estruturantes no Brasil e, que está aí, expostos às lentes pra para quem quiser entende-lo, sem disfarces ou retoques.

Um ensaio emocionado, mas realista, bem humorado, mas crítico, que sem ufanismo tem ainda em perspectiva revelar, para além das imagens, uma lembrança de que temos mesmo um futuro promissor.

Autor: Wagner Barja / Diretor do Museu do Conjunto Cultural da República. 





tempo quente
Sem rosto
Viver de Lixo
A realidade
Sonho de Político
Sonho de Papel
A Fome...
...e a vontade de comer
Desafios
O Eleito

Ordem e Progresso
A posse
 Juramento de lealdade
 De Maduro
 O dono da bola
 Toca aí
 Radical de Gabinete
Pé na estrada
Que Rei Sou Eu 
Vai Uma Cervejinha?


Los Tres Hermanos
Quem ganha essa?

Interação da nossa África
Integração com a África
Sábado Quente
Domingo de Sol
Lula queria ser soldado
Sempre tem carnaval...
...e Rock'n Roll


Notícias ruins e notícias boas
Cassação
Segura a imprensa
É o noel?
Marcha MST


Pato Manco
Gol 1907
Que Papeleira
O que É isso, Companheiro?
Debaixo dos Panos
Debaixo D'Água
E o salário
Só Punição Divina
A turma do cangaço
Vai Encarar?


Arremesso de pedra
Índio Boliviano
Índio Brasileiro
Você também?
Subida da Rampa 2
Por comida
Por marmita
Por Água
Sob a força da água
Com a força da água
Contorcionista
Beijo Na Unasul
Troca de carinhos
                                                                          Hermana Kichner...
                                                                 A copa do mundo é nossa

Tormenta de Pandora
                                                                     Tempestade de Areia


 Onde há fumaça, Há fogo
 Sarney & Sarney
 Fora, Sarney
 Esse você encara?
 Além do Horizonte
 Salão dos Nobres
 Timão na Cabeça
 Bilhete Premiado
 Onde Vai, Menino?
 Se Cristo fosse brasileiro
                                                                                Onda verde
                                                                                Só Mágica
Plínio, o Agitador
A Sombra do Presidente Lula
Com vocês, a Senhora Presidente do Brasil

Atrás das lentes

Nascido em Brasília em 1971, Alan Marques cursou Administração na EAUDF, Jornalismo no UniCEUB e pós-graduação em MBA e Marketing na Fundação Getúlio Vargas. Trabalhou nos jornais O Globo e Jornal de Brasília e fotografa para a Folha de S. Paulo desde setembro de 1997. Ganhou os prêmios de jornalismo e de Fotografia da Agência Brasileira de Segurança (ABS) em 2005, com a foto “Sem segurança em frente ao Congresso Nacional”, menção honrosa no prêmio internacional 14º Concurso Latinoamericano de Fotografia Documental Los Trabajos y los Dias, em Medelín, Colômbia, com a série “Terra, água e talvez ouro”, sobre mineiros brasileiros que trabalham na fronteira entre Brasil, Venezuela e Suriname, e o Prêmio Folha de Fotografia de 2009. Participou da “Exposição 80 anos da Folha”, do livro do MST de fotografia – “Acesso à terra no Brasil”– e da exposição “Niemeyer 100 anos”, que comemorou o centenário do arquiteto Oscar Niemeyer em Portugal. Fotografou as viagens pelo território nacional e pelo exterior dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luis Inácio Lula da Silva. Também cobriu manifestações no âmbito nacional, como a Marcha dos 100 mil, feita pelo MST, greves nacionais, investigações das comissões parlamentares dos casos PC Farias, anões do Orçamento, mensalão, votações importantes no Congresso Nacional, como a reforma da Previdência e a emenda que permitiu a reeleição de FHC, as campanhas para a presidência da República de 1994, 1998, 2002 e 2006. Em 2008, publicou o livro “Caçadores da Luz”, com histórias dos bastidores do fotojornalismo.